Com a Santa Missa e imposição das cinzas nessa quarta-feira, 14 de fevereiro, a Igreja iniciou o tempo da Quaresma. O arcebispo dom Geremias Steinmetz presidiu, na Catedral, a tradicional Missa de Cinzas concelebrada pelo pároco, padre Joel Ribeiro Medeiros.

A Quarta-feira de Cinzas inicia a Quaresma, tempo litúrgico que se estende até a Quinta-feira Santa. A duração da Quaresma, 40 dias, tem forte significado simbólico e remete a outros momentos em que o número aparece nas Sagradas Escrituras, explicou dom Geremias, como os 40 dias que Jesus passou no deserto e os 40 anos do povo de Deus no deserto.

Citando a constituição Sacrosanctum concilium, do Concílio Vaticano II, dom Geremias apontou dois elementos para a boa vivência da Quaresma: o abandono dos ídolos e da vida pecaminosa. “A Quaresma é um tempo para rever a nossa vida nesse sentido, e também a adesão a Deus e a fidelidade à aliança. De novamente aderirmos ao projeto de Deus em nossa vida, como que refazendo a opção que já fizemos.”

Pode ser que, em algum momento, as pessoas tenham fraquejado na fé, continua o arcebispo, “mas é tempo de voltar ao caminho de Deus. É, portanto, o tempo em que toda a Igreja se recolhe em oração, guiada pela Palavra de Deus, para alcançar Cristo no seu mistério de paixão, morte e ressurreição, mediante a conversão.”

Pascom Arquidiocesana

Fotos: Terumi Sakai

No dia 27 de janeiro, o padre Joel Ribeiro Medeiros tomou posse como novo pároco da Catedral Metropolitana de Londrina, juntamente com o padre Layrton dos Santos, novo vigário paroquial. A Santa Missa foi presidida pelo arcebispo dom Geremias Steinmetz com a presença da comunidade da Catedral. Confira algumas fotos:

Fotos: Guto Honjo, Ricardo Mota e Terumi Sakay

Inaugurada em dezembro de 1972, a atual Catedral foi dedicada em 10 de dezembro de 1985 pelo segundo arcebispo, o Cardeal Geraldo Majella Agnelo.


No próximo domingo, 10 de dezembro, a cidade de Londrina comemora 89 anos. Nessa mesma data, a Igreja de Londrina celebra também os 38 anos de dedicação da Catedral Metropolitana. Nossa Catedral Metropolitana é dedicada para honra e glória do Sagrado Coração de Jesus, é a Igreja sede da arquidiocese e do arcebispo, a Igreja Mãe de todas as Igrejas da região de Londrina. “Nós somos a Igreja viva dedicada a Deus! Esta festa recorda o valor do templo onde os filhos de Deus, pedras vivas da Igreja, se reúnem para celebrar a fé”, pontua o Cura da Catedral e Vigário Geral da Arquidiocese, padre Rafael Solano.


Para celebrar, o arcebispo dom Geremias Steinmetz presidirá, no dia 10, a Santa Missa às 10h30 na Catedral, com a presença de autoridade civis e religiosas. A celebração marca também o início das comemorações dos 90 anos da Catedral do Sagrado Coração de Jesus. Padre Rafael afirma que a história dessa metrópole se confunde com a história da Igreja em Londrina: “É importante lembrar que nossa comunidade nasceu em uma Missa em março de 1934. O anúncio da Palavra de Deus, a liturgia, a promoção humana nas mais diversas formas, estiveram unidos desde o princípio da Igreja aqui em Londrina; e isso mantém toda a sua atualidade ainda hoje”.

Antes disso, às 9h10, haverá o Cenáculo mariano, com renovação da consagração da Arquidiocese de Londrina.

Serviço:
Missa pelo aniversário de Londrina e de dedicação da Catedral
Domingo (10/12), às 10h30

Nos dias 8, 9 e 10 de dezembro, a Catedral abrirá suas portas para um momento de música e alegria, a fim de, juntos, celebrarmos os dias que antecedem o Natal.

Venha participar e convide sua família, amigos e vizinhos para compartilhar o espírito de amor e solidariedade nesta época tão especial do ano.

A entrada é gratuita e aberta a todos. Como gesto concreto, convidamos os que se fizerem presentes a contribuir com 1 kg de alimento não perecível, que será destinado às famílias atendidas pelas obras sociais de nossa Catedral.

Desde já, desejamos um Feliz Natal e que esta temporada de festas traga a todos paz e alegria.

Desde a semana passada, as missas das 7h da manhã na Catedral Metropolitana de Londrina voltaram a ser realizadas na Capela. Fechada desde 2019 para adequações às exigências de segurança do Corpo de Bombeiros, a capela passou por reforma que procurou resgatar a beleza artística que já possuía.


No sábado, 24 de junho, após a celebração da Crisma, o arcebispo dom Geremias Steinmetz deu a bênção marcando oficialmente o retorno das celebrações no espaço. O teto e a Via Sacra da capela foram mantidos. Diferentemente das cores anteriores, mais vivas, optou-se por uma cor neutra que propiciasse um espaço místico de adoração e reconhecimento da presença real de Nosso Senhor Jesus Cristo, explicou o cura da Catedral, padre Rafael Solano. “Especialmente à tarde, a luz do sol entra pelos vitrais, refletindo nas paredes”.

Provavelmente o que mais chama a atenção de quem adentra à Capela é o sacrário, peça em madeira da década de 1930 do altar da Catedral de Londrina. A restauração da peça foi uma doação do chaveiro Marlon Aranda Duin, que se encantou com as obras da Catedral e quis doar o seu tempo e o seu trabalho artístico para a Catedral. Na sua totalidade a obra custou pouco mais de R$210 mil, arrecadado através de promoções, doações e do dízimo.

“Tudo produto da misericórdia”, explica padre Rafael. “Sobretudo com essa pedagogia que nunca me cansarei de dizer: sem placas. Doações como pede o texto do evangelho: ‘que a tua mão direita não saiba o que faz a esquerda’.” Ao fundo da capela, num grande círculo que lembra a Eucaristia, o antigo retábulo dos pescadores com uma imagem de Nossa Senhora Aparecida à altura dos olhos de quem observa, um detalhe pensado para auxiliar a introspecção e espiritualidade. “Algo que será levado para outros espaços da Catedral… Não é preciso olhar para cima para ver a imagem de Nossa Senhora. Mas você, de pé, olhando normalmente, pode rezar para Nossa Senhora. É uma ideia bonita, em termos de antropologia e de teologia”, finalizou dom Geremias.

O projeto da Capela foi elaborado pela arquiteta sacra Marilu Fantin e teve acompanhamento da arquiteta Deise Yoshida, responsável pela adaptação da Via Sacra à sua forma atual. “O projeto arquitetônico previa essencialmente a mudança do local do altar. No entanto, era muito importante preservar os mosaicos da Via Sacra, uma vez que não seria possível a relocação destes sem danificá-los e eventualmente perdê-los. Junto com a execução desta intervenção, realizou-se o trabalho de pintura em toda sua extensão – inclusive a cúpula – adequação da elétrica e iluminação do espaço” – explicou a arquiteta Deise Yoshida, que adaptou a Via Sacra à sua forma atual e acompanhou todos os trabalhos.

“Encontramos ao longo da obra, muitos desafios a serem refeitos e organizados, principalmente de infraestrutura: como organização de quadros de energia e fiação elétrica, sistema de rede lógica e alarme, sistema hidráulico, problemas de infiltração, entre outros. Todo esse trabalho que hoje se encontra oculto aos olhos dos fiéis, demandou a dedicação de muitos profissionais, compatibilização de serviços e muito material. Mas a garantia a todos de segurança, facilidade de manutenção e qualidade do serviço” – destacou a arquiteta.

Pascom Arquidiocesana

Foto de destaque: Juliana Mastelini Moyses

Fotos: Ricardo Mota

Santa Missa também comemora os 88 anos da cidade de Londrina

Neste domingo, 11 de dezembro, a Arquidiocese de Londrina celebra os 38 anos da festa da Dedicação da Catedral Metropolitana, a Igreja Mãe da arquidiocese, e os 88 anos da cidade de Londrina, com a Santa Missa presidida pelo arcebispo dom Geremias Steinmetz, às 18h. A dedicação de uma paróquia, catedral ou santuário é um antigo costume da Igreja Católica, no qual se consagra a Deus o templo e tudo que há dentro dele: cruz, sinos, objetos litúrgicos, instrumentos, pias ou fontes batismais. O ritual torna o templo sagrado para o culto a Deus (Diretório Litúrgico da CNBB).


“Esta comemoração expressa com uma riqueza muito grande de simbolismos, o significado daquilo que somos enquanto Igreja de Cristo, formada de ‘pedras vivas’, conforme bela expressão de São Pedro (cf 1 Pd 2,5)”, explica Padre José Rafael Solano Durán, Cura da Catedral.


“A Catedral, essa igreja física, tem que ser sinal de uma igreja concreta, no dia a dia, na qual cada um de nós, todos os batizados, somos tijolos desta construção. Sempre gosto de repetir com que orgulho olhamos para a Catedral no centro da cidade, no alto da colina, mostrando que o povo fez uma experiência muito concreta, uma experiência da fé para construir esta cidade”, destaca dom Geremias Steinmetz, arcebispo de Londrina.


A Catedral é a igreja/símbolo da comunhão e unidade dos fiéis em torno de Cristo, congregada visivelmente em torno do arcebispo e seus padres. Por isso, na Catedral são realizadas as grandes solenidades da vida da arquidiocese. Nela, o arcebispo ensina a toda a comunidade arquidiocesana, como guia e pastor; celebra os Sacramentos e o culto divino. Na Catedral não se reúne apenas uma comunidade entre tantas outras, mas é congregada toda a grande comunidade arquidiocesana de Londrina.


“Esta é uma ocasião para agradecer a Deus pelos evangelizadores que edificaram a Igreja em Londrina ao longo destas últimas décadas. É também momento de pedir a Deus a graça de sermos ’novos evangelizadores’ para continuar honrando a glória de Deus nesta cidade!”, pontua Padre Rafael.

Serviço:

Aniversário da Dedicação da Catedral Metropolitana
Data: Domingo, 11/12
Hora: 18h
Celebração Eucarística presidida por dom Geremias Steinmetz – Arcebispo Metropolitano de Londrina

Pascom

Foto: Douglas Estevam

Jornada Missionária da Juventude é a maior concentração de jovens católicos da arquidiocese

A Catedral Metropolitana de Londrina será palco, neste domingo, 23 de outubro, da 4ª Jornada Missionária da Juventude. O evento comemora o Dia Nacional da Juventude (DNJ), promovido anualmente em todas as dioceses do Brasil como espaço de valorização do jovem na Igreja. Em Londrina, a expectativa é reunir cerca de 2 mil jovens e adolescentes de 16 cidades da região para uma tarde de louvor, oração e formação.

O evento inicia às 14h e contará com a presença de dom Amilton Manoel da Silva, bispo de Guarapuava e referencial da Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). E encerra com a Santa Missa, às 17h, presidida pelo arcebispo dom Geremias Steinmetz.

Neste ano, o tema da jornada “Cristo vive! É Ele a nossa esperança e a mais bela juventude deste mundo” é extraído da Exortação Apostólica Christus Vivit, do Papa Francisco. Um momento para celebrar a unidade da evangelização da juventude expressada na riqueza de carismas, movimentos e pastorais juvenis na arquidiocese.

Setor Juvenil
Coordenação

Foto destaque: 2ª JMJ outubro de 2018, Foto Luiz Vianna

Conhecido como o santo do cotidiano, São Josemaria Escrivá foi celebrado na Catedral Metropolitana de Londrina no último sábado, 25 de junho, em Santa Missa presidida pelo padre Caio Penna Chaves, da Prelazia da Santa Cruz e Opus Dei.

São Josemaria teve um olhar atento para a grandeza da vida ordinária. No início do século XX, quando a santidade parecia coisa de monges e freiras, o santo trazia uma mensagem com ares de novidade: Deus nos chama a servi-Lo nas tarefas mais corriqueiras, civis, materiais e seculares da vida humana. Pois “Deus nos espera cada dia: no laboratório, na sala de operações de um hospital, no quartel, na cátedra universitária, na fábrica, na oficina, no campo, no seio do lar e em todo o imenso panorama do trabalho”, escreveu o santo, que é o fundador do Opus Dei.

Na homilia, padre Caio resumiu a mensagem de São Josemaria em duas ideias: todos somos chamados à santidade, que é a plenitude da vida cristã; e que todos os momentos e circunstâncias da vida, em especial o trabalho, podem ser convertidos em ocasião de união com Deus, de serviço à Igreja e de amor ao próximo. “A santidade a que somos chamados, se alcança, se cultiva, portanto, na nossa vida de todos os dias.”

Neste ano a festa de São Josemaria coincidiu com a conclusão do Ano da Família Amoris Laetitia, convocado pelo Papa Francisco com o desejo de que os fiéis refletissem sobre a importância da família na Igreja e na sociedade. Por isso, padre Caio concentrou sua homilia na incidência da mensagem do santo na vida familiar: “que essa vida se transforme então em caminho de união com Deus.”

Todos os lares, explica o sacerdote, são chamados a ser como o lar da Sagrada Família: luminoso e alegre, um recanto de paz. “Essa é a nossa meta, esse é o nosso ideal. Pode parecer difícil em algumas situações…, mas o que torna um lar luminoso e alegre não é a ausência de problemas, de dificuldades, e sim o amor, e o amor encontra ocasião para se manifestar não só nos momentos felizes, mas também no meio das dificuldades, no meio das fraquezas, que, portanto, devem ser um impulso ao chamado a ir para águas mais profundas.” Citando o Evangelho proclamado, o padre reforça que Jesus faz este convite a todos: que não permaneçam paralisados diante das dificuldades, mas que avancem para águas mais profundas, ou seja, buscar a santidade nas coisas do dia a dia, na vida familiar.

Padre Caio destaca que o amor na família deve refletir o amor de Deus. Diante de um mundo em que as pessoas são valorizadas por aquilo que realizam ou por aquilo que conquistam, Deus, ao contrário, ama, antes de qualquer realização, por aquilo que nós somos, filhos seus, com nossas virtudes e defeitos. “É na família que uma pessoa tem, por assim dizer, o primeiro contato com o amor de Deus, porque na família uma pessoa deve ser amada por aquilo que ela é.”

Ao longo dos anos, assim como na época dos primeiros cristãos, a família carrega a missão de ser um foco da luz do Evangelho no mundo. “Nenhuma engenharia econômica e política é capaz de substituir a atuação das famílias… E é isso que Jesus Cristo nos chama. O navegar para águas mais profundas, nós podemos entender como um pedido dirigido às famílias: que não tenham medo, que apoiadas no amor de Deus procurem crescer no amor familiar e assim ser esse ponto de difusão da mensagem do Evangelho em todos os ambientes”, conclui.

Juliana Mastelini Moyses
Pascom Arquidiocesana

Foto: Divulgação

Recém-chegado da Itália, por onde residiu durante quase sete anos, padre Wendel Perre dos Santos, novo vigário da Catedral Metropolitana de Londrina, presidiu no domingo 14 de março, às 18h, sua primeira missa em Londrina. A Santa Missa foi concelebrada pelo também vigário, padre Emanuel José de Paula, que apresentou o novo padre com belas palavras e uma salva de palmas.

 

A celebração teve a participação dos pais, familiares e amigos do padre Wendel de diversas partes do Paraná. Padre Wendel vai atuar na Catedral ao lado do Cura, padre Rafael Solano, e do vigário padre Emanuel José de Paula.

 

Julie Bicas
Pascom Catedral

Fotos: Terumi Sakai