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Conselho Episcopal de Pastoral faz primeira reunião do ano

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A Missão São Paulo VI, na África, e a próxima Assembleia do Povo de Deus foram assuntos debatidos pelos bispos

 

A primeira reunião de 2021 do Conselho Episcopal de Pastoral aconteceu ao longo do dia 11 de maio na sede do Regional Sul 2 da CNBB, em Curitiba (PR). Esse conselho se reúne duas vezes por ano para tratar de assuntos referentes à caminhada pastoral da Igreja no Paraná. Ele é formado pelos bispos da presidência do Regional Sul 2, um representante de cada Província Eclesiástica e um representante da Igreja Católica do rito Ucraniano.

 

Participaram da reunião: o presidente, Dom Geremias Steinmetz (arcebispo de Londrina); o vice-presidente, Dom José Antonio Peruzzo (arcebispo de Curitiba); o secretário, Dom Amilton Manoel da Silva (bispo de Guarapuava); pela província de Curitiba, Dom Sérgio Arthur Braschi (bispo de Ponta Grossa); pela província de Cascavel, Dom Edgar Xavier Ertl (bispo de Palmas-Francisco Beltrão); pela província de Maringá, Dom Mário Spaki (bispo de Paranavaí); pela província de Londrina, Dom Carlos José de Oliveira (bispo de Apucarana); pela Igreja Católica do rito Ucraniano, Dom Volodemer Koubetch, arcebispo da metropolita; e o secretário executivo do Regional Sul 2, Padre Valdecir Badzinski.

 

Durante toda a reunião, que aconteceu numa sala bem arejada, os bispos tomaram todos os cuidados recomendados pela vigilância sanitária, como o uso de máscaras, álcool gel e distanciamento.

Os bispos do Conselho Episcopal de Pastoral, nessa reunião, têm a missão refletir temas que, de alguma forma, já foram discutidos na Assembleia Regional dos Bispos e precisam ser revistos, avaliados e adaptados. O secretário do Regional Sul 2, Dom Amilton Manoel da Silva, explicou que são assuntos que não precisam do aval de todos os bispos, pois eles já tiveram conhecimento. “Geralmente, são temas que já passaram pela assembleia. Algum tema novo que surge é dentro de temas que foram vistos e aprovados por todos os bispos do regional e agora precisam ser melhorados, diante de algumas propostas que surgem de grupos ou de iniciativas diversas no caminhar. São assuntos ligados à pastoral, que necessitam de uma adaptação na prática”, disse Dom Amilton.

 

Dentre os assuntos em pauta, dois demandaram um maior tempo dos bispos: a Missão São Paulo VI, que o Paraná mantém no país da Guiné-Bissau, África, e a 41ª Assembleia do Povo de Deus, prevista para acontecer no mês de setembro. Os bispos ouviram, via videoconferência, o coordenador do Conselho Missionário Regional (COMIRE), Diácono Pedro Lang, os reitores da Missão São Paulo VI, direto da África, o casal Pércio e Márcia Vitória, e o novo administrador diocesano, Padre Lúcio Brenteganni. “Nós trabalhamos muito a Missão São Paulo VI, a continuidade da construção do segundo bloco da escola, a formação de missionários novos, discutimos também a necessidade de enviar um padre para a Missão”, disse Dom Geremias Steinmetz.

 

Dom Amilton explicou que, com a morte de Dom Pedro Zilli, bispo de Bafatá, ocorrida último dia 31 de março, era necessário refletir sobre os projetos da missão e ouvir o novo administrador diocesano: “O padre Lúcio fez uma avaliação da missão e apresentou novas propostas. Isso precisa da avaliação dos bispos e será preciso um pouco mais de tempo, inclusive a espera da eleição do novo bispo, mas enquanto isso já podemos avaliar uma participação ainda maior da Igreja do Paraná na Guiné-Bissau”, afirmou o bispo.

 

Quanto a Assembleia do Povo de Deus, que esse conselho é responsável por delinear os encaminhamentos práticos, os bispos avaliaram a proposta de rever o tema que já havia sido definido por todos os bispos. “Os padres coordenadores diocesanos da Ação Evangelizadora, após a sua reunião, apresentaram uma proposta de mudança de tema, assessor e participação. Então, como isso já havia sido definido por todos os bispos, chegamos à conclusão que precisamos decidir juntos, bispos e os coordenadores diocesanos da Ação Evangelizadora. As propostas são boas, mas precisamos discutir juntos, pois o efeito pode ser maior e podemos atingir melhor as lideranças pastorais das nossas dioceses”, disse Dom Amilton.

 

Os bispos também discutiram sobre a modalidade dessa Assembleia do Povo de Deus que, em geral, reúne cerca de 150 pessoas, deixando em aberto se ela acontecerá de forma presencial ou on-line. A decisão vai depender da situação da pandemia no Paraná. A próxima reunião do conselho episcopal de pastoral está programada para acontecer no mês de agosto.

 

Karina de Carvalho
Assessora de Comunicação CNBB Sul 2

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