A I Semana da Iniciação à Vida Cristã de Inspiração Catecumenal da Arquidiocese de Londrina, que será realizada de 18 a 24 de março, tem programações destinadas aos diversos públicos da arquidiocese, com o objetivo de atingir todos os envolvidos na caminhada da IVC. 

 

Coordenadores e formadores

Na segunda-feira, dia 18, o encontro será no Centro de Pastoral Jesus Bom Pastor, das 14h às 17h restrito aos coordenadores decanais de catequese, grupo de formadores e coordenadores diocesanos da Província Eclesiástica de Londrina, que engloba, além da Arquidiocese de Londrina, as dioceses de Apucarana, Cornélio Procópio e Jacarezinho.

 

Clero

De terça a quinta-feira, 19 a 21, será realizada a formação para o clero, das 8h30 às 17h30 na Casa de Retiros Emaús.

 

Lideranças e catequistas (Decanatos Londrina e Ibiporã)

Nos dias 19 e 20, terça e quarta à noite, a formação será na Catedral de Londrina voltada para lideranças das pastorais, grupos e movimentos, e catequistas dos Decanatos Londrina e Ibiporã. A formação será das 19h30 às 21h30.

 

Lideranças e catequistas (Decanato Cambé)

No dia 21, quinta-feira, a formação será voltada para lideranças das pastorais, grupos e movimentos, e catequistas do Decanato Cambé. A formação será das 19h30 às 21h30 na Paróquia Santo Antônio, Cambé.

 

Comissão Arquidiocesana de IVC

Na sexta-feira, dia 22, o encontro será restrito aos membros da Comissão Arquidiocesana da IVC, das 14h às 17h, no Centro de Pastoral Jesus Bom Pastor.

 

Lideranças e catequistas (Decanato Tamarana)

No sábado, dia 23, a formação será na Paróquia São João Batista, em Guaravera, para lideranças de pastorais, grupos e movimentos, e catequistas do Decanato Tamarana, das 14h às 17h.

 

Lideranças e catequistas (Decanatos Porecatu, Rolândia e Sertanópolis)

No domingo, dia 24, a formação será na Paróquia São José, em Jaguapitã, e na Paróquia São João Batista, em Bela Vista do Paraíso, para lideranças de pastorais, grupos e movimentos, e catequistas dos Decanatos Porecatu, Rolândia e Sertanópolis, das 8h30 às 11h30.

 

Confira a programação completa:

 

A Arquidiocese de Londrina promove a 1ª Semana Arquidiocesana da Iniciação à Vida Cristã, de 18 a 24 de março, com o tema “Nova evangelização na mudança de época: a paróquia e a iniciação à vida cristã”, assessorada pelo doutor em teologia, Frei João Reinert OFM.

A Semana visa conscientizar que a iniciação cristã não é missão apenas da catequese  mas de toda a paróquia, que deve cultivar uma espiritualidade acolhedora e iniciática em todos os seus âmbitos. Para tal, uma iniciação cristã de inspiração catecumenal ampliará enormemente a capacidade de vivência eclesial da fé, na alegria dos discípulos missionários de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Subsídio

Para se preparar para a Semana e se habituar com os termos da catequese de inspiração catecumenal, cada paróquia recebeu no final do ano passado um subsídio para ser estudado junto a todos os agentes de pastoral. O subsídio é um resumo de uma dinâmica que servirá na obra evangelizadora da comunidade paroquial.

 

Para acessar a programação completa da I Semana de Iniciação à Vida Cristã <clique aqui>.

Um grupo de bispos do Brasil irá conduzir catequeses durante a Jornada Mundial da Juventude Panamá 2019. A partir desta quarta-feira, 23, até sexta-feira, 25, serão três momentos com a juventude reservados para as pregações dos pastores da Igreja no Brasil.

Alguns dos bispos brasileiros na JMJ. Em pé: dom Nelson Francelino, dom Gil Antônio Moreira, dom Joel Portella, dom Paulo Alves Romão, dom Edson de Castro Homem, cardeal Orani Tempesta. Agachados: dom Antônio Assis Ribeiro, dom Amilton Manoel, dom Vilsom Basso e dom Antonio Emídio Vilar

De acordo com dados divulgados nesta quarta-feira, 23, são 380 bispos que conduzirão as catequeses, em 137 locais reservados para estes momentos de pregação. A organização da JMJ definiu 10 sedes e 30 sessões para as catequeses em Português. São 15 bispos brasileiros escalados e mais quatro bispos de Angola e seis de Portugal. As informações divulgadas nesta quarta também atualizam o número de idiomas das catequeses: 25, superando a separação apenas por cinco grupos linguísticos anunciada anteriormente.

O bispo de Imperatriz (MA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Vilsom Basso, é um dos bispos que conduzirá os encontros com os jovens. Ele estará à frente de duas catequeses: “Os temas serão inspirados no lema ‘Eis aqui a serva do Senhor, faça-me em mim conforme a tua palavra’ (Lc 1,38). O tema da primeira catequese é: ‘Eis-me aqui’. O tema da segunda catequese é ‘Eu sou a serva do Senhor’”.

No total, são mais de 30 bispos do Brasil participando da Jornada Mundial da Juventude Panamá 2019.

Confira a lista dos bispos do Brasil e as datas das catequeses. Os locais ainda não foram divulgados.

 

Quarta-feira, 23 de janeiro
Dom Paulo Alves Romão, bispo auxiliar do Rio de Janeiro (RJ)
Dom Vilsom Basso, bispo de Imperatriz (MA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB
Dom Joel Portella Amado, bispo auxiliar do Rio de Janeiro (RJ)
Dom Moacir Silva, arcebispo de Ribeirão Preto (SP)
Cardeal Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro (RJ)
Dom Antonio Emídio Vilar, bispo de São João da Boa Vista e membro da Comissão Episcopal para a Juventude da CNBB

 

Quinta-feira, 24 de janeiro
Dom Amilton Manoel da Silva, bispo auxiliar de Curitiba (PR)
Dom Estevam dos Santos Silva Filho, bispo auxiliar de Salvador (BA)
Dom Nelson Francelino Ferreira, bispo de Valença (RJ) e membro da Comissão Episcopal para a Juventude da CNBB
Cardeal Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo (SP)
Dom Vilsom Basso, bispo de Imperatriz (MA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB

 

Sexta-feira, 25 de janeiro
Dom Carlos Lema Garcia, bispo auxiliar de São Paulo (SP)
Cardeal Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro (SP)              
Dom Milton Antônio dos Santos, arcebispo de Cuiabá (MT)
Dom Antonio Emídio Vilar, bispo de São João da Boa Vista e membro da Comissão Episcopal para a Juventude da CNBB
Dom Vicente Costa, bispo de Jundiaí (SP)
Dom Vilson Dias de Oliveira, bispo de Limeira (SP)
Dom Gil Antônio Moreira, arcebispo de Juiz de Fora (MG)
Dom Antônio de Assis Ribeiro, bispo auxiliar de Belém (PA)
Dom Nelson Francelino Ferreira, bispo de Valença (RJ) e membro da Comissão Episcopal para a Juventude da CNBB

CNBB

 

Papa Francisco se faz presente entre nós

 O fato é inusitado. Nunca se falou tanto em um Papa como se fala agora pelos corredores da Paróquia Nossa Senhora Rainha do Universo, Decanato Centro. Fala-se do Papa Francisco. Mais precisamente, das cartas enviadas aos catequizandos da paróquia. As cartas em papel timbrado são assinadas pelo assessor Monsenhor Paolo Borgia.

 

A história das cartas começou quando a Coordenadora da Catequese, Cileide Marques, ao ler uma informação que em determinada arquidiocese as crianças teriam escrito ao Papa e estavam recebendo respostas, lhe veio a ideia de também realizar essa experiência na paróquia. Conversou com as catequistas e acertaram os detalhes.

 

Cileide soube também que os Correios tinham um Projeto que dava apoio a propostas deste tipo. Entrou em contato com os Correios e alguém da Instituição veio até a Paróquia fazer os esclarecimentos sobre o tipo de apoio que eles dariam à iniciativa. Depois de uma conversa com o pároco, padre Guido Valli, também jesuíta como o Papa, tudo foi acertado.

 

Em seguida, os catequizandos foram informados da proposta pelas suas catequistas e um bom número deles aceitou participar da experiência. As catequistas também escreveram e receberam respostas.

 

Fizemos uma rápida entrevista com algumas crianças e perguntamos qual a sua reação ao receber uma carta do Papa? Uma garota respondeu: “primeiro, tomei um grande susto. Depois é que veio a emoção e a alegria”. Pedimos também que elas falassem sobre o que escreveram nas cartas endereçadas ao Papa. Uns dizem que não lembram o que escreveram, outros pontuam alguns assuntos e, pelo que eles falam, a gente observa que, em primeiro lugar, eles mandaram informações relacionadas ao cotidiano deles na Escola e na Catequese.

 

Depois, fazem algumas perguntas às vezes curiosas, como, por exemplo, para que times ele torce. Às vezes, inteligentes e factuais, como: quantos anos uma pessoa leva para ser Papa. Há quantos anos ele é Papa; houve quem perguntasse o que ele acha da Ideologia de Gênero e também o que acha da Situação do Brasil, entre outras.

 

Eles também falam o que pediram ao Papa. Teve um que, ingenuamente, pediu um celular. Outro pediu orações para fazer boas provas no colégio. Mas a grande maioria pediu orações para os familiares, principalmente os que estão doentes como é o caso do pedido de oração pela saúde de um avô que estava doente.

 

O processo de envio das cartas, em Aerogramas, iniciou-se no final de junho e as respostas começaram a chegar em agosto. De acordo com a secretária da paróquia, Silvia Cristina, já chegaram aproximadamente 40 cartas respostas e até hoje, todo dia chega uma ou duas. O certo é que estamos em setembro e as cartas respostas continuam chegando. E é por isso que ninguém perdeu a esperança. Quem ainda não recebeu resposta continua confiante.

 

As cartas respostas endereçadas aos catequizandos e catequistas, normalmente, seguem um padrão estabelecido. Iniciam-se com um agradecimento pelas correspondências enviadas por ocasião do “Dia do Papa”, 29 de junho. A partir daí, talvez, referindo-se a alguma pergunta feita nas cartas, vêm algumas considerações sobre o que significa “ser santo”, em diferentes situações. Depois, normalmente finaliza com o parágrafo abaixo:

“… Para isso, o Papa Francisco confia as necessidades e intenções do (nome do destinatário) a Nossa Senhora Aparecida e, como penhor de misericórdia e paz divinas sobre a sua pessoa e quantos que lhe são queridos, concede-lhes a Bênção Apostólica, pedindo também que não deixem de rezar por ele. Assinado: Mons. Paolo Borgia. Assessor. Nunciatura Apostólica do Brasil.”

Francisca Sousa Mota e Pinheiro
PASCOM Paróquia Nossa Senhora Rainha do Universo

 

Fotos: Arquivo pessoal

 

Querido Irmão, querida Irmã Catequista, 

Transcorrerá no dia 27 de agosto de 2017 o Dia do Catequista. Como o tempo parece muito veloz escrever-lhe outra vez pode até parecer apenas um hábito que se repete a cada ano. Mas se lançarmos um olhar às tantas experiências catequéticas de amor, de dor, de cruz e de vitórias, então as lembranças conferem sentido a estas linhas. Esta carta, além de uma palavra de gratidão em nome dos Bispos do Brasil, quer lhe encorajar à perseverança.

Lembra daquele catequizando(a) repleto de muitas carências, que esboçou um sorriso tímido ao receber seu gesto de ternura de catequista? É bem possível que a Catequese seja um dos poucos ambientes em que alguém lhe manifestou afeto. E Você Catequista estava lá para amar aquele(a) que Deus queria abraçar. Nem Deus nem o catequizando vão esquecer. Se por um lado houve caminhos espinhosos, por outro, quão belas devem ter sido aquelas experiências de amor gratuito!!

Enquanto escrevo recordo a página de um excelente catequista de outros tempos. Refiro-me ao evangelista Mateus. Em Mt 14,14 ele destacou que “Jesus, ao ver a grande multidão, sentiu compaixão…”. Instantes depois os discípulos, preocupados com suas próprias impossibilidades, ouviram do seu Senhor: “Dai-lhes vós mesmos de comer…”. Eles perceberam que lhes faltava quase tudo. “Só temos cinco pães e dois peixes”. Ainda outros instantes e eis aqueles que tinham “só cinco pães” a oferecer da imensa generosidade amorosa do Senhor. O evangelista com sensibilidade catequética completou: “Ele deu aos discípulos, e os discípulos às multidões” (14,19).

Façamos agora um pequeno exercício de imaginação. Vamos recordar quão grandes são as necessidades das nossas comunidades, dos nossos catequizandos, das suas famílias… Mais um passo e agora pensemos nas nossas pequenezas. Se o Senhor Jesus estiver por perto, falemos-lhe sobre “Só o que temos…”. O que ouviríamos? Ele aguarda nossa palavra. E eles, os catequizandos, como que a nos olhar, também estão a observar nossos gestos.

Não precisamos oferecer do que não temos. Mas do que o Senhor tem a nos dar, dos seus dons, destes podemos transbordar. Vale lembrar que “Ele deu aos discípulos, e os discípulos às multidões”. Quando as forças faltarem, se as motivações diminuírem, se as desilusões lhe cansarem… entre tantas vozes, escolha a voz do Senhor. Ouça-o. Ele não deixará os seus escolhidos sem respostas. Como no caso dos discípulos, não lhes tirou nada, e lhes deu tudo.

Em nome da CNBB, que representa os Bispos do Brasil, com muita afeição quero manifestar às centenas de milhares de Catequistas do Brasil as mais fortes palavras de gratidão. Que Deus lhes multiplique em bênçãos pela grande Bênção que são à nossa Igreja. 

Dom José Antonio Peruzzo
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral Bíblico-Catequética da CNBB