A Arquidiocese de Londrina celebrou, no dia 4 de agosto, dia do padre, a admissão às Ordens Sacras, ou admissão ao estado clerical, de cinco seminaristas que estão no Ano de Síntese Pastoral, na reta final da formação para o sacerdócio. A celebração foi presidida pelo arcebispo dom Geremias Steinmetz, na Paróquia São José de Rolândia, com a presença dos presbíteros da arquidiocese.

 

Foram admitidos às ordens sacras os jovens Alex Aparecido Barboza, Elizeu Bonfim de Souza, Paulo Ricardo Batista, Renato Pelisson e Rodrigo Nunes dos Santos.

 

Reportagem: Juliana Mastelini Moyses
Edição: Tiago Queiroz

Foto de destaque: Terumi Sakai
Fotos: Guto Honjo e Terumi Sakai

Querido Padre…

Foi Deus quem te deu a graça de seres quem tu és!

Deixar tudo para se entregar a serviço de Deus, é a mais bela resposta de amor que alguém pode dar ao amor Daquele que morreu por nós, o sacerdote Maior: Nosso Senhor Jesus Cristo!

Ao entregar-se nas mãos de Deus, como instrumento, para ser usado por Ele, como e onde Ele quiser, o padre se faz o próprio Cristo, que entregou a sua vida por amor ao que é do Pai!

Somente quem se esvazia de si mesmo, numa entrega total a Deus, é capaz de realizar tantos feitos como celebrar a Eucaristia, pregar o Evangelho, acolher os pecadores, orientar e acompanhar como somente um pai sabe fazer.

Sei que a missão do sacerdote é árdua, mas sei também que a alegria do servir é maior do que todos os desafios!

Não podemos esquecer que o padre precisa de nós, tanto quanto nós precisamos dele, pois tornamos a sua própria família! O padre precisa do nosso apoio, da nossa colaboração, compreensão, do nosso amor, da nossa amizade, nosso carinho e principalmente das nossas orações!

Hoje, quero numa prece especial, pedir a Deus pelo senhor e por todos os padres que nos possibilitam a viver a maior de todas as alegrias: participar do Banquete da vida: A Eucaristia!

Com a mão de Deus, nas suas mãos, com seus passos firmes na trilha aberta por Jesus, havereis de libertar do cativeiro, todos àqueles que o Pai confiou aos seus cuidados!

Parabéns, que a presença de Jesus em sua vida seja a sua maior recompensa.

(Autor desconhecido! Texto Partilhado)

andrePadre André Luis Oliveira
Coordenador da Pastoral Presbiteral
Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Paz – Ibiporã

 

Patrono dos Padres: um exemplo de santidade e perseverança na construção do caminho da salvação

São João Maria VianneyCom admiração, alegramo-nos com a santidade de vida do patrono de todos os vigários, conhecido por Cura D’Ars. São João Maria Vianney nasceu em Dardilly, no ano de 1786, e enfrentou o difícil período em que a França foi abalada pela Revolução Napoleônica.

Camponês de mente rude, proveniente de uma família simples e bem religiosa, percebia desde de cedo sua vocação ao sacerdócio, mas antes de sua consagração, chegou a ser um desertor do exército, pois não conseguia “acertar” o passo com o seu batalhão.

Ele era um cristão íntimo de Jesus Cristo, servo de Maria e de grande vida penitencial, tanto assim que, somente graças à vida de piedade é que conseguiu chegar ao sacerdócio, porque não acompanhava intelectualmente as exigências do estudo do Latim, Filosofia e Teologia da época (curiosamente começou a ler e escrever somente com 18 anos de idade).

João Maria Vianney, ajudado por um antigo e amigo vigário, conseguiu tornar-se sacerdote e aceitou ser pároco na pequena aldeia “pagã”, chamada Ars, onde o povo era dado aos cabarés, vícios, bebedeiras, bailes, trabalhos aos domingos e blasfêmias; tanto assim que suspirou o Santo: “Neste meio, tenho medo até de me perder”. Dentro da lógica da natureza vem o medo; mas da Graça, a coragem. Com o Rosário nas mãos, joelhos dobrados diante do Santíssimo, testemunho de vida, sede pela salvação de todos e enorme disponibilidade para catequizar, o santo não só atende ao povo local como também ao de fora no Sacramento da Reconciliação.

Dessa forma, consumiu-se durante 40 anos por causa dos demais (chegando a permanecer 18 horas dentro de um Confessionário alimentando-se de batata e pão). Portanto, São João Maria Vianney, que viveu até aos 73 anos, tornou-se para o povo não somente exemplo de progresso e construção de uma ferrovia – que servia para a visita dos peregrinos – mas principalmente, e antes de tudo, exemplo de santidade, de dedicação e perseverança na construção do caminho da salvação e progresso do Reino de Deus para uma multidão, pois, como padre teve tudo de homem e ao mesmo tempo tudo de Deus.

São João Maria Vianney, rogai por nós!

Parabéns a todos os PADRES de nossa Arquidiocese.

Fonte: Canção Nova