Neste ano, a Paróquia Nossa Senhora Rainha do Universo, no Decanato Centro, por meio da Catequese, trouxe uma proposta diferente para a comunidade no Tempo do Advento: a Árvore de Natal da Solidariedade. 

 

Em cada bola que enfeita a árvore, os paroquianos vão encontrar uma sugestão de alimento não-perecível, brinquedos e fraldas para serem doados para as famílias mais carentes da comunidade e, quando todas as famílias forem contempladas, a distribuição será feita para outras comunidades carentes. Durante todo o Advento, os paroquianos poderão retirar as bolas para o seu gesto concreto deste tempo de reflexão.

 

Como forma de agradecimento também foi colocada uma caixinha perto da árvore para que as pessoas depositem seus pedidos de oração que serão ofertados como intenção na missa da noite de Natal.

 

Advento

Para os católicos, o Advento é um tempo muito especial de preparação para o Natal. Apesar da comunidade sempre praticar a caridade ajudando os mais necessitados, nesta época do ano os corações se enchem ainda mais de solidariedade e dos vínculos de amor, a partir do olhar, do cuidar e principalmente do agir.

 

É preciso fortalecer os laços de solidariedade, trabalhar o coração dos homens e se unir em prol dos irmãos menos favorecidos. Que a caridade deixe de ser um pilar para promover a paz de consciência e passe a ser um agente transformador para sermos servos do nosso irmão.

 

Evandra Ranieri
Coordenadora da Catequese – Paróquia Nossa Senhora Rainha do Universo

Fotos: Divulgação

 

Símbolos utilizados na religião católica transmitem significados universais. Conheça os significados dos símbolos do Advento

 

No domingo, a Igreja deu início ao primeiro tempo do Ano Litúrgico, o Advento. Esse período é reservado para que os cristãos se preparem para acolher o Menino Jesus na grande festa do Natal e, mais do que isso, para que estejam atentos e vigilantes para a segunda vinda de Jesus Cristo, no juízo final. Para isso, as paróquias preparam o ambiente e os rituais de forma com que a comunidade consiga aproveitar o momento da melhor maneira.

 

Para contribuir com a construção desse ambiente, os símbolos são muito utilizados, pois são representações cheias de significados, e que transmitem convicções e valores, fortalecendo a identidade de um povo sem, necessariamente, utilizar a linguagem verbal. É muito comum, por exemplo, que a cruz tenha um mesmo significado para cristãos de diferentes lugares.

 

O diácono e professor da História da Igreja, Geraldo Luiz de Souza, explica que a palavra símbolo significa “aquilo que une, aquilo que dá sentido”, contrariando a palavra diábolo que é o que divide.

 

Você já deve ter percebido que as cores, símbolos e até mesmo as músicas que compõem as celebrações mudam ao longo do ano, de acordo com cada tempo e, nas celebrações do Advento não é diferente, e cada elemento é inserido propositalmente, cada um com um significado e intenção. Mas quais são os símbolos e ações simbólicas desse tempo de preparação e qual a importância deles?

 

Os símbolos no Advento

O diácono Geraldo divide os símbolos em três categorias: os litúrgicos, os religiosos e os antropológicos e define como litúrgicos os que são indispensáveis para a realização da celebração; os religiosos, os que não são necessários, mas agregam na produção de sentidos e significados; já os antropológicos são símbolos que não pertencem apenas ao cristianismo. 

 

No Advento, assim como em todos os tempos do Ano Litúrgico, os elementos são mais do que uma composição de decoração, eles favorecem a criação do clima que o momento exige, além de carregarem diversos significados. Os principais desse tempo são a ausência do hino do Glória, cor roxa, ornamentação simples (símbolos litúrgicos) e a coroa com seus elementos (símbolo religioso). 

 

 

No Advento, as paróquias preparam o ambiente e os rituais de forma com que a comunidade consiga aproveitar da melhor forma / Foto: Guto Honjo

Ausência do hino do Glória, cor roxa e ornamentação simples

Adota-se essas medidas por ser um tempo de expectativa e vigilância e, por isso, o momento é de discrição, sobriedade e atenção. Com exceção do 3º Domingo do Advento, em que se usa a cor rosa, pois representa a alegria da espera. 

 

 

 

 

A Coroa

A coroa do Advento tem uma vela para cada domingo deste tempo litúrgico / Foto: Terumi Sakai

 

Com origem na religião Luterana, era formada por várias velas pequenas – que simbolizavam os dias da semana – e quatro velas maiores, para os domingos. Foi adotada pela Igreja Católica e usada pela primeira vez no ano de 1925. É envolvida com ramos verdes, uma fita vermelha e, hoje, apenas as velas que simbolizam os domingos permanecem.

 

 

  • Forma circular: simboliza a aliança de Deus com a humanidade e a eternidade;
  • Ramos verdes: formados por galhos de pinheiro, o verde traz o significado de esperança, pois mesmo cortados, os ramos de pinheiros, permanecem verdes por semanas;
  • Velas: Quatro velas são acesas, uma a cada domingo, relembrando que Jesus é a Luz do mundo. Sendo três delas coloridas – podendo ser todas roxas – e para a vela do 3º domingo, também chamado de Gaudete (que significa alegrar-se), usa-se a vela da cor rosa claro por ser um dia de alegria;
  • Fita vermelha: a cor da fita simboliza o fogo, o sangue, a vida e o amor.

 

Outros símbolos podem fazer parte das celebrações ou casas nesse tempo litúrgico como o presépio, as luzes, árvores e ceia de Natal. 

 

Os símbolos para a Igreja 

Na liturgia tudo tem um significado: os gestos do padre, as roupas, os objetos litúrgicos… / Foto: Marcio Eduardo Vendrametro

Para a Igreja Católica, como um todo, os símbolos e ações simbólicas têm papel fundamental e em todas as celebrações é possível perceber a presença deles.  Diácono Geraldo Luiz de Souza, explica que não há liturgia sem símbolos, pois Deus não se revela apenas por meio das palavras. “Os gestos feitos pelo padre, as roupas que ele utiliza, os objetos litúrgicos, todos eles têm um significado”, afirma. 

 

O professor explica ainda que a civilização ocidental é muito focada nos aspectos racionais, mas outras linguagens também podem auxiliar na criação de sentidos e, além de ser mais comum ler com os olhos “nós também ‘lemos’ com o olfato, nós também ‘lemos’ com o nosso paladar, nós ‘lemos’ com a nossa audição, não só de palavras, mas também de sons e música.”

 

Dessa maneira, os símbolos contribuem para que os católicos sejam direcionados para um mesmo sentido, unindo-se em comunidade, com o mesmo propósito, independentemente do local ou idioma que se fale. 

 

O Advento

Celebrado nos quatro domingos que antecedem o Natal, o tempo de preparação e vigilância é também um tempo de espera, da chegada da boa nova. Nas duas primeiras semanas, a liturgia e preparação são direcionadas para a vinda definitiva de Jesus e nas duas semanas seguintes, prepara-se diretamente para a festa do Natal. O diácono Geraldo Luiz de Souza, explica que no século IV o Cristianismo passou a ser uma religião mais aceita no Império Romano e a Festa do Sol, que acontecia no dia 25 de dezembro e era muito popular na cidade de Roma, passou a ser também a festa do nascimento de Jesus, sendo Ele a Luz do mundo. No entanto, a preparação para esse tempo, da maneira que é realizada hoje (quatro semanas se preparando para as duas vindas de Jesus), teve início com a reforma litúrgica do Concílio Vaticano II.

 

Amanda França

Pascom Arquidiocesana

Foto de destaque: Cathopic

Fotos: Guto Honjo, Marcio Eduardo Vendrametro, Terumi Sakai, Pexels

 

Reportagem publicada na edição de Novembro da Revista Comunidade, informativo mensal da Arquidiocese de Londrina. A edição completa pode ser acessada no <link>.

 

Precisamos ser resilientes espiritualmente para termos uma fé inabalável neste Jesus menino

 

2020 está se findando, e com ele iniciamos um novo ano litúrgico em nossa Igreja. Dia 29 de novembro damos início ao tempo do Advento: preparação para o Natal do Senhor Jesus! Em meio a um ano tão atípico, com uma pandemia que abalou o Brasil e o mundo, um vírus tão pequeno, o Covid-19, mas tão grande em consequências na saúde física e mental de todos nós, a palavra de ordem sem dúvida é a resiliência.

 

Se buscarmos a definição de resiliência na Física encontraremos que é a propriedade que alguns corpos apresentam de retornar à forma original após terem sido submetidos a uma deformação elástica. Já na Psicologia, é a capacidade do indivíduo lidar com problemas, adaptar-se a mudanças, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas – choque, estresse, algum tipo de evento traumático, entre outros. Mas aqui nos interessa adentrarmos no âmbito da resiliência espiritual, para bem nos prepararmos para este tempo de Advento.

 

Tomamos a liberdade aqui de recordar o dia 27 de março, em um imenso gesto de amor pela humanidade, com a Praça São Pedro vazia, o Santo Padre, o Papa Francisco, dirigiu um momento de oração no átrio da Basílica de São Pedro, depois rezou com a Palavra de Deus e procedeu a Adoração ao Santíssimo Sacramento, concedendo ao final a Bênção Urbi et Orbi extraordinária. Uma das frases que mais ecoou pelos quatro cantos da Terra é que o Sumo Pontífice não estava sozinho naquela praça, mas cada um de nós estávamos lá, trazendo nossas dores, nossos medos, uma infinita quantidade de indagações que guardávamos em nossas mentes e corações do que estaria por vir ainda. Mais de oito meses se passaram desde o início da pandemia no Brasil e as incertezas ainda continuam e poderão continuar por mais um tempo. Em todo este período, o Papa Francisco tem nos convidado a diversos momentos de oração e reflexão, sem cessar, nesta busca pela resiliência espiritual.

 

Como numa grande maratona de revezamento, vamos nos cansando em alguns trechos da corrida, precisando recarregar nossas baterias em pontos do caminho. Grandes figuras bíblicas do Antigo Testamento tiveram muita resiliência espiritual e podem nos ensinar a passar por essa maratona por vezes tão caótica que estamos vivenciando. Moisés é um grande exemplo, sofreu pressões de toda ordem, caminhando com aquele povo para a terra prometida, mas buscava sempre a face de Deus para se refazer e dar continuidade em sua missão. Nos Salmos são relatadas as dores emocionais de Davi, seus conflitos internos, suas lutas, mas, quanto mais adorava a Deus, saia fortalecido para concluir os propósitos designados para ele.

 

No Novo Testamento os relatos de resiliência espiritual não são diferentes. Talvez um dos maiores ícones seja o apóstolo Paulo, com sua experiência de perseguição, fome, cárcere, rejeição e tantos outros revezes que ele enfrentou, mas que expressou em um dos versículos que mais nos dão força e nos conclama a ser resilientes: “Tudo posso naquele que me fortalece” (Fl 4,13). A nossa força vem de Deus, da sua Igreja que nos dispensa os sacramentos, da nossa fé em Jesus Cristo, nosso único e verdadeiro Salvador. Mesmo Jesus, sendo divino, também se fez humano por amor a nós, precisou ser resiliente em diversos momentos de sua vida terrena. Após ser batizado por João Batista no Jordão, Jesus passou 40 dias no deserto, foi tentado, sentiu fome, lhe foi oferecido Poder, Prazer e Posse pelo inimigo de Deus, os três “p” que continuam assolando-nos até os dias de hoje. Porém, Ele foi resiliente espiritualmente, resistiu bravamente por meio da oração, da renúncia, dos sacrifícios, das mortificações. Ao longo de toda a sua vida pública, Jesus foi rejeitado, criticado, sofreu a paixão e morte na cruz de forma horrenda, mas aceitou o propósito eterno que Ele veio cumprir, a redenção dos nossos pecados.

 

Contudo, lendo essas frases, você pode estar se questionando, olha, mas eu não sou Jesus, eu não sou esses personagens bíblicos citados, eu sou bem humano! De fato, se olharmos somente para nossa humanidade corremos o risco de sucumbir, como os discípulos de Emaús, logo após a morte de Jesus. Estavam desanimados, pensando que tudo aquilo que haviam vivido com o mestre tinha sido em vão, um fracasso total. Mas em uma experiência pós-pascal Jesus caminha com eles, os discípulos sentem o coração arder, o convidam para ficar com eles, reconhecendo-o somente ao partir o Pão. Assim precisa ser nossa experiência com Cristo, precisamos repetir como os discípulos de Emaús: “Fica conosco Senhor” (Lc 21,29). O grande segredo para nossa resiliência é ficarmos com Jesus na Eucaristia, nas Escrituras, nos sacramentos e na oração!

 

Este mesmo Jesus que há mais de dois mil anos sofreu a paixão, morte e ressureição com resiliência, é o mesmo que nós podemos esperar como menino que nasce em uma manjedoura e que vem para continuar nos ensinando que Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida.  A Igreja nos convida neste tempo de Advento, a recordar as palavras de Paulo aos Romanos “A esperança não decepciona…” (Rm 5,5). Advento como tempo de preparação e esperança em um 2021 melhor, seres humanos melhores, uma Casa Comum que é nosso planeta, mas bem cuidado! Utopia? Romantismo? Loucura? Não! Precisamos ser resilientes espiritualmente para termos uma fé inabalável neste Jesus menino!

 

Aproveitemos este tempo do Advento para fazer uma real avaliação do nosso ano, dos nossos relacionamentos pessoais e profissionais, dos nossos trabalhos pastorais tão prejudicados pela pandemia em 2020. É oportuno esse exame de consciência, a busca do arrependimento e a procura, caso sinta a necessidade, do sacramento da confissão. Assim como preparamos nossas casas com uma bonita decoração, pratos apetitosos e presentes embaixo da árvore de Natal, o essencial não pode ser esquecido: Jesus!

 

O Divino Salvador em sua infinita misericórdia está ansioso pela abertura do seu coração, quer te encontrar na Eucaristia, na Palavra e nos momentos de oração neste Advento. Quer te encontrar também no Natal, na pessoa dos mais necessitados, daqueles que pouco têm em suas mesas para comer, outros tantos que estão carentes de um ombro amigo para serem escutados. Iremos encontrar Jesus neste Advento sendo profetas e denunciando a injustiça, a corrupção, o mau uso do dinheiro público, a vida sexual desregrada, o aborto e todos os males que atentam contra as leis de Deus. Que menino Jesus você está esperando neste Advento? Como Ele vai te encontrar nesse Natal?

Jefferson Bassetto
Seminarista de teologia da Arquidiocese de Londrina

Muita fé, música e cultura. Estas serão as grandes novidades da já tradicional Novena de Natal celebrada pelos fieis do Santuário Nossa Senhora Aparecida, na Vila Nova de Londrina. Normalmente rezada nas casas das pessoas, em grupos, por conta da pandemia e da necessidade de evitar aglomerações, a programação será concentrada na igreja, com limite de participação de pessoas e seguindo os protocolos de saúde (uso obrigatório de máscaras, álcool em gel, distanciamento social, entre outros). Por isso, a organização preparou uma série de apresentações culturais ligadas às temáticas rezadas.

 

“Nós, do Santuário, abrimos as portas para a fé e para a cultura. Afinal, a música e todas as artes elevam nosso pensamento a Deus e nos ajudam a interiorizar a espiritualidade. Então, queremos acolher os grupos musicais e todos os fieis que desejarem celebrar a novena conosco. É algo inédito, novo e, com certeza, será muito bom”, avalia o padre Rodolfo Tristlz, pároco e reitor do santuário. A programação, que será de 15 a 23 de dezembro, sempre às 19h30, inclui grupos de música nordestina, de folia de reis, de repertório italiano, de coral e sertanejo. “Há uma variedade eclética muito grande e isso mostra a diversidade do nosso povo e da nossa fé.”

 

Com o tema “O povo que andava nas trevas viu uma grande luz (Isaías 9,1)”, a Novena de Natal também será transmitida pelos canais de comunicação do Santuário, seja pelo Facebook ou pelo Youtube. “Já percebemos que a internet potencializa a mensagem cristã e, como ocorreu na Festa da Padroeira, vamos nos unir em oração às pessoas que nos acompanharão virtualmente”, ressalta o pároco. O último dia da novena, no dia 23 de dezembro, terá encerramento do arcebispo de Londrina, dom Geremias Steinmetz.

 

Veja a programação, sempre às 19h30 com participação presencial e transmissão online:

15/12: “O anjo Gabriel: Deus se comunica porque ama”, com o padre Rodolfo Trisltz, a Pastoral da Comunicação e a Pastoral da Liturgia.

16/12: “Maria: a predileção de Deus pelos humildes”, com o padre Valdomiro Rodrigues da Silva, Equipes de Nossa Senhora e movimento Consagra-te.

17/12: “José: confiança inabalável em Deus”, com o padre Moacir Gionco e o Terço dos Homens.

18/12: “Isabel: Deus sempre nos surpreende”, com o padre Alexandre Filho, pastorais sociais e o Grupo Vozes de Maria (ritmo nordestino).

19/12: “Pastores: Deus se manifesta no simples”, com o padre Paulo Rorato e os cantores Marcos Zanutto e Hyléa Ferraz (música italiana).

20/12: “Magos do Oriente: é um rei que nasceu!”, com o Grupo Folia de Reis Mensageiros da Paz.

21/12: “O coro dos anjos: o céu louva o nascimento de Jesus”, com o padre Rodrigo Favero Celeste e Coral Unicanto.

22/12: “A criação acolhe o Salvador”, com o padre Emanuel José de Paula e Coral Unicanto.

23/12: “Jesus: a luz que brilha sobre nós”, com o arcebispo Dom Geremias Steinmetz e o Grupo Vozes de Maria (sertanejo).

 

 Santuário Nossa Senhora Aparecida

Fotos: Wanderley Tolomi

“O povo que andava nas trevas viu uma grande luz” (Is. 9, 1)

Com o início do Tempo do Advento, o arcebispo dom Geremias Steinmetz encerra sua série de lives com as diversas pastorais e movimentos da Arquidiocese de Londrina, falando sobre a Novena de Natal: A espiritualidade do encontro na caminhada do Advento.

Participam do bate-papo o coordenador da Ação Evangelizadora, padre Alexandre Alves Filho; a coordenadora dos Grupos Bíblicos de Reflexão (GBR), irmã Maria Fernanda Godoy MC; e leigos que animam a novena em suas comunidades: Alexandre Alves Maciel, do Decanato Norte, e Elaine Cristina Gonçalves, do Decanato Cambé.

Interpretação de Libras: Márcio Ferri Dutra 

 

No Tempo da Advento, a Igreja nos oferece um riquíssimo instrumento para nos prepararmos para o Natal do Senhor: a Novena de Natal.

Neste ano, além das iniciativas paroquiais, a Arquidiocese de Londrina também vai promover a novena on-line em âmbito arquidiocesano, a cada dia de uma paróquia da arquidiocese.

Confira a programação e participe conosco pelas redes sociais e pelo App da Arquidiocese de Londrina.

 


PROGRAMAÇÃO:

1º Dia (30/11 – 19h30 – segunda-feira) PARÓQUIA SÃO LOURENÇO, DECANATO SUL;

 

2º Dia (02/12 – 19h30 – quarta-feira) PARÓQUIA NOSSA SENHORA AUXILIADORA, DECANATO CENTRO;

 

3º Dia (04/12 – 19h30 – sexta-feira) PARÓQUIA SÃO PEDRO APÓSTOLO E NOSSA SENHORA DE FÁTIMA, DECANATO ROLÂNDIA;

 

4º Dia (07/12 – 19h30 – segunda-feira) PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA PAZ, DECANATO LESTE;

 

5º Dia (09/12 – 19h30 – quarta-feira) PARÓQUIA NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS – CENTENÁRIO DO SUL, DECANATO PORECATU;

 

6º Dia (11/12 – 19h30 – sexta-feira) PARÓQUIA NOSSA SENHORA DE NAZARÉ, DECANATO NORTE;

7º Dia (14/12 – 19h30 – segunda-feira) PARÓQUIA SÃO JOSÉ OPERÁRIO, DECANATO OESTE;

8º Dia (16/12 – 19h30 – quarta-feira) PARÓQUIA SANTO ANTÔNIO, DECANATO CAMBÉ;

9º Dia (18/12 – 19h30 – sexta-feira) CATEDRAL DE LONDRINA;

 

ACESSE PELO APP DA ARQUIDIOCESE DE LONDRINA.
DISPONÍVEL NA APP STORE E PLAY STORE.

 

 

 

 


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