Arcebispo Metropolitano

Dom Geremias 5 arcebispo
Foto Chico Senra

Arcebispo Metropolitano de Londrina

Dom Geremias Steinmetz (5º Arcebispo)

Dom Geremias nasceu em 26 de fevereiro de 1965, em Sede Ouro, Sulina (PR). Em 1977 entrou para o Seminário Menor São João Maria Vianey, em Palmas (PR). No dia 9 de fevereiro de 1991, em sua terra natal, foi ordenado padre por dom Agostinho José Sartori.

 

No exercício do ministério sacerdotal na Diocese de Palmas-Francisco Beltrão foi Vigário Paroquial na Catedral do Senhor Bom Jesus, em Palmas; Reitor do Seminário de Filosofia Bom Pastor e Diretor do Instituto Sapientia de Filosofia; coordenador diocesano da Ação Evangelizadora, membro do Conselho de Presbíteros, Conselho Diocesano de Formadores e Colégio de Consultores. Fez mestrado em Liturgia pelo Instituto Santo Anselmo, em Roma, Itália.

 

Foi ordenado bispo em 25 de março de 2011, com o lema episcopal “In Fractione Panis” (Na fração do pão). Tomou posse na Diocese de Paranavaí (PR) em 9 de abril de 2011. Enquanto bispo de Paranavaí foi eleito vice-presidente do Regional Sul II da CNBB e bispo referencial da Cáritas Regional.

 

No dia 14 de junho de 2017 o Papa Francisco nomeou Dom Geremias Steinmetz como Arcebispo da Arquidiocese de Londrina, transferindo-o da Diocese de Paranavaí. Em 12 de agosto de 2017, Dom Geremias tomou posse como quinto arcebispo de Londrina.

 

À frente da Arquidiocese de Londrina, foi eleito, em 2019, presidente do Regional Sul 2 da CNBB (Paraná), tomando posse em 10 de maio de 2019.

 

Dom Geremias é membro do Conselho Permanente e da Comissão Episcopal Pastoral para Liturgia da CNBB
e bispo referencial regional da Cáritas, da Pastoral do Migrante e da Comissão Pastoral da Terra.

 


Brasão Arquiepiscopal – Dom Geremias Steinmetz

Descrição Heráldica: Escudo ibérico de blau celeste, esquartelado em 4 campos de goles compostos por 5 morfes, margeados pela cruz heráldica vermelha. Revesti-do do pálio adornado com 4 cruzes cravadas. O escudo é pousado sobre uma cruz patriarcal revestida em jalde. Todo encimado pelo chapéu galero da dignidade arcebispal com seus cordões em cada flanco, em sinopla, com quatro fileiras de borlas. Brocante sob a ponta da cruz um listel com a legenda “In Fractione Panis”.
Descrição Simbólica: O escudo é marcado pelas cores vermelha e azul: revelam a centralidade do mistério de Cristo, e o desejo de inserir-se no mistério de Deus e de viver as virtudes que conduzem ao céu. Revelam a fonte do cristianismo: o batismo e a eucaristia. O azul faz referência à santidade e à Virgem Maria, expressão da devoção mariana do arcebispo. O chapéu e franja de cor verde, indicam a sua dignidade arcebispal. Há dez borlas suspensas em ambos os lados do chapéu em estilo piramidal – representam a Igreja e a missão apostólica do arcebispo como sucessor dos apóstolos, em comunhão hierárquica com o sucessor de Pedro e o colégio episcopal.
A cruz que divide o escudo em quatro campos indica a evangelização que deve chegar a todas as partes do mundo (Mt 28,19). Sua cor avermelhada evoca o martírio de Jesus Cristo.O pálio, próprio dos arcebispos, é símbolo do Bom Pastor que carrega nos ombros suas ovelhas, como também do serviço e da promoção da comunhão na Província Eclesiástica e na sua unidade com a Sé Apostólica. As quatro cruzes.
Os três pinheiros que se entrelaçam na copa é símbolo da Santíssima Trindade. Bem como o Paraná, especificamente a região sudoeste, onde estão as origens familiar e vocacional do arcebispo. Representa também a beleza do Evangelho anunciado com vigor em todas as culturas. O sol simboliza o próprio Cristo Senhor, o Sol nascente que nos veio visitar (Lc 1, 78).
A eucaristia e o báculo justapostos indica a configuração a Cristo, Bom Pastor, que anima o seu eleito para que esse possa animar o povo a ele confiado, com o seu múnus de santificar, ensinar e governar. O báculo, símbolo do cuidado pastoral, exprime a autoridade de origem divina e o poder exercido como serviço. A eucaristia é o centro e o ápice da vida cristã e deve ser repartida para a salvação de todos, remetendo-nos ao seu lema episcopal “in fractione panis”.
O caminho remete ao discipulado a Jesus Cristo, lugar do encontro, seguimento e anúncio do Mestre. Recorda o episódio dos discípulos de Emaús, que no caminho encontraram-se com o Mestre e na fração do pão O reconheceram.
A Bíblia lembra a missão primordial de pregar o Evangelho que suscita fé e adesão ao projeto do Reino de Deus. As letras alfa e o ômega, a primeira e a última letra do alfabeto grego, representam Cristo como princípio e fim de tudo (Ap 22,13).
Dando unidade ao conjunto, no centro, por trás, há uma cruz dourada: ela aponta para o mistério pascal do Senhor, centro da nossa fé vivida e celebrada. Ela perpassa o escudo inteiro e está fincada no lema, simbolizando a dimensão cristológica do ministério episcopal na sua identificação com o Cristo Bom Pastor.
O lema episcopal “In Fractione Panis” (na fração do pão) inspira-se na passagem bíblica dos discípulos de Emaús (Lc 21,13-35). A celebração da fração do pão é a presença do Cristo pascal, acessível a todos os que o buscam na fé e se reúnem em seu Nome. O lema revela o amor do arcebispo pela eucaristia e o seu zelo pela sagrada liturgia.