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Dom Geremias comenta os nomes escolhidos para a presidência da CNBB

No começo desta semana, segunda e terça-feira (6 e 7 de maio), durante a 57ª Assembleia Geral, os bispos do Brasil elegeram a nova presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), para o próximo quadriênio (2019-2023). Dom Walmor Azevedo, arcebispo de Belo Horizonte, é o novo presidente; dom Jaime Spengler, de Porto Alegre, é o primeiro vice-presidente; dom Mário Antônio da Silva, bispo de Roraima, o segundo vice-presidente; e dom Joel Portella, bispo auxiliar do Rio de Janeiro, o novo secretário-geral da CNBB.

 

Segundo o arcebispo de Londrina, dom Geremias Steinmetz, são quatro pessoas preparadas para conduzir os caminhos da entidade. “Os currículos dos quatro são muito bons, e eu particularmente tenho muita esperança porque acho que a CNBB mais uma vez demonstrou capacidade de diálogo com a sociedade trazendo para frente da CNBB pessoas muito ligadas à questão da universidade, pessoas ligadas a questões sociais prementes”, pontuou dom Geremias.

 

Dom Mário, o segundo vice-presidente, por exemplo, é ligado às questões das migrações, fundamentais para se entender a situação do Brasil hoje, segundo o arcebispo. “Ao mesmo tempo em que dom Jaime é uma pessoa muito presente nas discussões com relação ao clero, com relação ao diaconato permanente, com relação aos religiosos, à formação. São áreas que hoje poderemos aproveitar.”

 

Dom Geremias aponta também que o novo secretário-geral, dom Joel, é um grande estudioso da evangelização na cultura urbana. “Ele sempre foi padre no Rio de Janeiro, é doutorado, tem formação bem profunda, tem muito contato com a PUC Rio, tem muito contato com o Rio de Janeiro, onde a gente encontra todas as questões que a urbanidade pode nos apresentar”, destaca.

 

“Não temos só quatro nomes muito bons, mas temos quatro histórias de evangelização no Brasil. Quatro pessoas que dedicaram sua vida à evangelização desde meninos e hoje estão com certeza preparados para conduzir os destinos da CNBB”, conclui o arcebispo.

Pascom Arquidiocesana e Jorge Teles

 

Foto: CNBB

 

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