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Diretrizes da ação evangelizadora em fase de aprovação na 57ª Assembeia Geral da CNBB, explica dom Geremias

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Neste terceiro dia da 57ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) as discussões sobre as novas diretrizes da ação evangelizadora do Brasil estão caminhando para finalização e aprovação, é o que explica o arcebispo dom Geremias Steinmetz. “O trabalho das diretrizes é o trabalho mais importante deste momento da assembleia. Já é um texto que vem sendo trabalhado desde outubro, novembro do ano passado com indas e vindas da comissão para os bispos e dos bispos para a comissão. De modos que o texto chegou aqui na assembleia já bastante maduro, já bastante trabalhado.”

Durante estes dias, os bispos puderam mais uma vez fazer emendas e apontar sugestões ao texto, que hoje à tarde está sendo reavaliado. “Agora à tarde ainda provavelmente iniciaremos o processo de votação para que assim amanhã provavelmente o trabalho seja votado de maneira global e a aprovação do documento já será feita.”

 

Liturgia

Todos os anos a assembleia apresenta aos bispos alguma orientação a respeito da liturgia. Neste ano, o tema foi caridade e liturgia. “Então refletimos como os textos litúrgicos manifestam a quinta urgência da ação evangelizadora no Brasil, que é justamente a Igreja a serviço da vida plena para todos.”

O presidente da Comissão Episcopal para Liturgia, dom Armando Bucciol fez uma síntese apresentando o centro da questão que é a ideia de que a fé sem obras é morta. “Nós manifestamos a nossa fé no Deus uno e trino, nossa fé na ressurreição de Nossos Senhor Jesus, mas ela só é completa quando nós vivemos, nos alegramos com a liturgia, mas ao mesmo tempo essa alegria vai para o próximo, para aquele que precisa, para o pobre, que está na periferia existencial, para aquele que necessita da ajuda dos cristãos. Há sempre um verdadeiro diálogo que deve acontecer entre a fé, a vida, e a caridade”, completa dom Geremias.

 

Colaborou: Jorge Teles

Foto: Daniel Flores – CNBB

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