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Missa Anual dos Coroinhas tem maior público dos últimos anos

Na sua 15ª edição na arquidiocese, há tempos a Missa dos Coroinhas não reunia tanta gente. Os bancos da catedral estavam lotados e muita gente teve que ficar de pé durante a celebração. O público superou a expectativa dos organizadores, comentou padre Evandro Delfino, assessor da Pastoral dos Coroinhas. Participaram da Missa, agentes de pastoral de todos os 11 decanatos da arquidiocese. As paróquias mais distantes alugaram ônibus para facilitar a locomoção.

A Missa destacou as vocações e celebrou o tema: “Pastoral dos Coroinhas: o berço das vocações”. Além dos padres, religiosos e religiosas de várias congregações também participaram da celebração. Seguindo a proposta da Ação Evangelizadora Cada Comunidade uma Nova Vocação, os fiéis rezaram uma dezena do rosário em intenção das vocações. As Ave-Marias foram conduzidas por pessoas representando as diferentes vocações. A celebração foi presidida pelo arcebispo Dom Geremias Steinmetz e concelebrada pelo assessor dos coroinhas, padre Evandro Delfino, e padres da arquidiocese.

São Tarcísio, padroeiro dos coroinhas

Na homilia, Dom Geremias deu seu testemunho vocacional. Contou como a história de São Tarcísio, padroeiro dos coroinhas foi importante para sua caminhada. Dom Geremias ainda era muito menino e já havia demonstrado interesse pela vocação sacerdotal. Um dia a mãe lhe deu um livro indicado pelo padre. A missão era ler e depois contar a história aos pais. A passagem mais marcante do livro para ele foi a cena em que o menino protagonista, um coroinha, ao ver a igreja sendo invadida por soldados na hora da Missa, segurou a Hóstia consagrada no peito, como quem protege um tesouro, e fugiu.

Os soldados logo pensaram que ele estava segurando dinheiro ou algo de muito valor, pois segurava-o firmemente e não queria largar. Eles perseguiram o menino e o mataram. Quando as mãos do menino se abriram, foi revelado o grande tesouro que carregava: a Eucaristia. “É a única cena do livro que eu me lembro. Mas muito tempo mais tarde é que eu descobri que o livro que eu li era a história de São Tarcísio. E é por isso que talvez dois anos mais tarde eu disse pro meu pai: ‘pai, eu quero ser padre’. Foi assim que tudo começou, com a história de um menino que morreu segurando a Eucaristia”, conclui Dom Geremias.

Juliana Mastelini Moyses
PASCOM Arquidiocesana 

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Fotos: Guto Honjo e Terumi Sakai / PASCOM Arquidiocesana

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